24 setembro 2011
21 setembro 2011
Júlio Resende (1917-2011)
02 setembro 2011
Pintura e Escultura/Inauguração 6 Setembro 2011/Júlio Pêgo na Galeria de Arte do ACMP
Psicoarte deixa aqui o convite para a inauguração de uma exposição individual de Pintura e Escultura, de Júlio Pêgo, com o Tema: " Trabalhar o ferro e pincelar a tela/ Dar forma e côr ao silêncio". Vai ter lugar no Espaço D/Artes /Galeria do Auto Club Médico Português, dia 6 de Setembro às 20.30, Av. Elias Garcia, 123, 1º Esq. Lisboa ( Tel. 21 780 21 90).29 junho 2011
Silêncios & Vozes, SINES, até 2 Setembro 2011
Silêncios & Vozes
Exposição de escultura no Centro de Artes de Sines e Espaço Público junto ao antigo terminal ferroviário de Sines.
A escultura pode ser um percurso, uma forma de comunicação, uma emoção estética. No ruído da cidade, a escultura acorda a nossa mente, dá os bons-dias, cumprimenta o citadino apressado, interroga o nosso imaginário na procura de conferir parecenças, vivências, semelhanças. Convida ao diálogo, à provocação, ao espanto num brinde à alegria entre silêncios e vozes.
A escultura pode estabelecer ligações pessoais e íntimas, articular vivências com o sonho, estabelecer um jogo de relação. Tentar sentir o silêncio e o seu oposto, a voz, pode ser um desafio, nesta mostra. Provavelmente, para muitos poderão ser mais ruídos… O nosso estado de espírito, perante a escultura ou outras formas de arte, criam novas vivências. Estas repercutem-se noutras mais antigas, na nossa memória e remete-nos para experiências gravadas na nossa vida. É como se este acontecimento encontrasse o seu eco num nosso passado recente ou longínquo. O pensamento é a evasão da palavra e do silêncio, para horizontes, sem limites. Se entre o silêncio e a voz, o significado e o significante, encontrarmos os signos e os símbolos ficaremos mais enriquecidos e disponíveis para outros encontros, alegrias, convívios e partilha de afectos .
Numa sociedade de ruídos, de informação e contra-informação, na pressa e ansiedade de “viver” o consumo, o tempo é escasso para ouvir a nossa voz interior e dos outros, criarmos espaços de amizade, tertúlias e convívios. É aqui que pode residir a obra de arte, onde antecipamos o sonho e escutamos o silêncio necessário para ouvir, pensar, reflectir ao mesmo tempo que criamos a nossa própria voz, a nossa identidade.
Esta exposição agrega 11 esculturas em ferro, aço-corten, inox e acrílico, reflexo de um percurso de arte de vários anos de pesquisa, experimentação e criatividade. Cada escultura não tem título, deixando a obra falar por si, numa perspectiva de Obra Aberta de Umberto Eco, remetendo para cada um de nós uma interpretação, um diálogo, uma vivência entre “Silêncios & Vozes".
Silêncios & Vozes, uma exposição que vai habitar a Cidade de Sines de 2 Junho a 2 Setembro 2011, com o apoio da Câmara Municipal de Sines e de “Praxis Mentis".
Júlio Pêgo
( Artista acreditado pela UNESCO )
07 junho 2011
Silêncios & Vozes, SINES, 2 Junho a 2 Setembro 2011
28 fevereiro 2011
Conferência de Jorge Custódio/ Museu Malhoa
02 janeiro 2011
Lembrando Cândido da Silva (Médico e Artista Plástico)
31 dezembro 2010
Bom Ano 2011
28 novembro 2010
Arte Lisboa 2010
05 novembro 2010
Pedro Migueis- Exposição( a não perder)
25 setembro 2010
Fernanda Torgal na Galeria Lucília Cruz* Lisboa
31 agosto 2010
ANTONIO INVERNO na colecção de Anibal Bento
19 junho 2010
José Saramago
Faleceu ontem um grande português, um homem de cultura de projecção nacional e internacional, o nosso primeiro Nobel de Literatura: José Saramago.
Personalidade de invulgar singularidade, nasceu em Azinhaga do Ribatejo (Golegã) em 16 Novembro 1922, marcado logo de início por ao seu nome José de Sousa , lhe terem acrescentado a alcunha do pai, Saramago. Só quando ingressou na instrução primária se deu conta do erro pejorativo cometido pelo notário do registo civil. Ao longo da sua vida caminhou sempre entregue a si próprio, na descoberta do mundo e das coisas, numa grande solidão na infância, entre a paisagem rural ribatejana, árvores, rios, rãs, porcos e aves mas, recebendo o calor e o afecto dos seus avós, analfabetos. Cresceu contra a cultura dominante do Estado Novo, mergulhando quase diariamente, nos tempos livres, na Biblioteca Central da Câmara de Lisboa (Palácio de Galveias), onde leu, absorveu e digeriu obras literárias de grandes romancistas. No seu percurso pessoal encontrou muita adversidade, lutando sempre, nunca desistindo e criando o seu próprio caminho.
Homem dotado de uma grande resiliência, ao longo da sua vida tropeçou com grandes obstáculos, ingratidões e adversidades. Provavelmente, tornou-se ácido, impulsivo e muitas vezes intolerante, defesas criadas na necessidade de sobrevivência. Grande romancista, com larga pesquisa histórica, deixa-nos obras literárias de grande originalidade, estando traduzido em dezenas de idiomas. Prémio Nobel, deve a Dario Fo (Nobel antecessor), a sua propositura. Teve com ele uma amizade epistolar, nunca se tendo encontrado fisicamente um com o outro.
Psicoarte, deixa aqui a sua homenagem, neste dia de perda dum cidadão do mundo.
05 junho 2010
João Aguiar: um escritor sábio que nos deixa.
João Aguiar faleceu há dois dias (3/06/2010), com 66 anos de idade e uma carreira brilhante de jornalista e escritor. Homem culto, deixou-nos mais de 40 obras publicadas ( a maioria editada pelas Edições Asa). "A voz dos deuses" e "Os comedores de pérolas" foram os romances mais emblemáticos.
30 maio 2010
FERNANDA TORGAL: Prémio Mario Botas 2009

