Estamos já no início do ano 2025. Não se vislumbram dias de paz e de concórdia, especialmente no mundo ocidental. Estamos no fim da estrada desenhada pelos vencedores da 2ª Guerra Mundial, 79 anos passados, com um novo reordenamento da chamada ordem mudial, com os quatro países vencedores a terem um "direito de veto" nas resoluções da recém formada ONU, aos quais se juntou a China Popular, mais tarde. Abrem-se novas vias e realidades políticas muito diferentes, pelo que adivinhamos já uma nova Ordem, face à já obsoleta ONU. De uma bipolaridade ideológica que se finou com a queda do União Soviética, assistimas a uma multipolariedade de novas Potências emergentes, que vão dar outro colorido ao nosso planeta, às nossas vidas. Não percamos a esperança, apesar de tudo, de um outro mundo melhor.
19 janeiro 2025
Estamos já no início do ano 2025. Não se vislumbram dias de paz e de concórdia, especialmente no mundo ocidental. Estamos no fim da estrada desenhada pelos vencedores da 2ª Guerra Mundial, 79 anos passados, com um novo reordenamento da chamada ordem mudial, com os quatro países vencedores a terem um "direito de veto" nas resoluções da recém formada ONU, aos quais se juntou a China Popular, mais tarde. Abrem-se novas vias e realidades políticas muito diferentes, pelo que adivinhamos já uma nova Ordem, face à já obsoleta ONU. De uma bipolaridade ideológica que se finou com a queda do União Soviética, assistimas a uma multipolariedade de novas Potências emergentes, que vão dar outro colorido ao nosso planeta, às nossas vidas. Não percamos a esperança, apesar de tudo, de um outro mundo melhor.
06 dezembro 2023
Boas Festas. Bom ano 2024 Literário e Artístico.
Estamos a terminar o ano civil 2023. Temos uma SOPEAM dinâmica, literária e artisticamente falando, mais robusta, com iniciativas culturais diversificadas, quer em Lisboa quer na província, especificamente em Castelo Branco. Registamos, com agrado, que a nova Direcção da Secção Sul e Ilhas da Ordem dos Médicos, presidida pelo Presidente Dr. Paulo Simões bem como o nosso Bastonário Dr. Carlos Cortes, nos têm dado apoio e incentivo, nomeadamente com renovação de cedência de instalações. Bom ano 2024.
Pela Direcção
Júlio Pêgo
24 outubro 2022
A pintura anda de mãos dadas com o desenho. Desde a garatuja da infância, há um desenvolvimento da nossa percepção e construção da nossa realidade, que é diferente em cada um. A pintura do borrão, da mancha, só vai surgir mais tarde. Com a diluição dos limites, da forma, torna-se o meio de expressão essencial da Pintura.
06 julho 2022
Deixamos aqui expresso a maior gratidão ao Presidente cessante, Dr. António Trabulo, que , mesmo em tempo de pandemia (2020/2021/2022) fez um trabalho notável e liderou trabalhos culturais, quer na Sede da Ordem dos Médicos quer pelo país.
22 maio 2021
"Mitose"- Videoarte
Mitose:obra de videoarte, edição e produção de Júlio Pêgo, ano 2020. Versão com 540.p
07 janeiro 2021
Boas festas. Bom ano 2021. Psicoarte+SOPEAM
30 abril 2020
Pintura a Acrílico/ No olhar do falcão-65x54-2019/20
11 abril 2020
Noronha da Costa - Pintor-Cineasta-Arquitecto (1942-2020)
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16 setembro 2019
Luiz Miguel Nogueira Roza Dias 1.1.1931-30.8.2019. In Memoriam
Não escondia dos seus amigos a condição de maçom. Foi retratado em pintura com paramentos dos Altos Graus REAA, que só agora é revelado por ter passado ao "Oriente Eterno".
Até sempre querido amigo e colega.
25 dezembro 2018
Amadeo Souza-Cardozo : Homenagem da SOPEAM (15-12-2018).
07 dezembro 2018
O Rosto, Máscara e o Retrato em Amadeo Souza-Cardoso (Homenagem da SOPEAM)
No próximo dia 15 de Dezembro 2018, a Sociedade Portuguesa de Escritores e Artistas Médicos (SOPEAM) vai prestar homenagem a Amadeo Souza-Cardoso no 100º aniversário da sua morte. A sessão será às 10.30 na Biblioteca da Ordem dos Médicos em Lisboa (entrada livre). Júlio Pêgo será o prelector. A comunicação terá como objecto a importância das máscaras primitivas africanas e da oceania, na obra do pintor Amadeo, bem como em Picasso e outros artistas do Modernismo mundial.
Aqui fica o Convite.
29 outubro 2018
Amadeo Souza-Cardoso. 100º Aniversário. Evocação e Homenagem
Souza-Cardoso foi um artista inovador, criativo, que ao contrário do habitual, sintonizou-se com o Movimento de Arte Moderna, futurista, cubista, expressionista e abstracionista, na capital da artes plásticas que foi Paris.
Em Portugal, da crítica e da população, foi hostilizado, considerado "um louco", tendo sido agredido fisicamente, no Porto, após a 1ªExposição Individual de uma centena de trabalhos seus no Salão de Festas do Jardim Passos Manuel, em 1916, apenas dois anos antes da sua morte. Convicto do seu valor e originalidade, manteve-se activo e resiliente, ciente da sua capacidade criativa. Esteve 40 anos esquecido em Portugal, apenas tendo o reconhecimento em vida, de Santa-Rita, Fernando Pessoa, Almada, Eduardo Viana, entre poucos mas lúcidos intelectuais de primeira grandeza.
Cem anos após a sua morte, quer os Média e o Ministério da Cultura não evocaram devidamente a efeméride, quase "esquecido" mas está bem vivo na Cultura Universal e na História do Génio Humano.
Psicoarte e a Sociedade Portuguesa de Escritores e Artistas Médicos deixam aqui a sua Homenagem.
Júlio Pêgo ( Médico e Artista Plástico, Vice-Presidente da SOPEAM)
12 outubro 2018
100º Aniversário do Falecimento de Amadeo de Souza-Cardozo
Foi um artista de grande originalidade, arrojado, persistente que rompeu com os "cânones" do naturalismo arreigado dos portugueses.
Percorreu o impressionismo, expressionismo, o cubismo, o futurismo e o abstraccionismo, sem nunca se assumir numa só Escola.
Incompreendido no seu tempo, em Portugal, onde inclusivé foi agredido fìsicamente, deixa uma marca de modernidade que muitos anos depois é que foi reconhecida entre nós.
Faz cem anos que faleceu, por gripe pneumónica, que avassalou toda a Europa, com mais de 20 milhões de mortes, aos 30 anos de idade,em 25 de Outubro de 1918, em Espinho.
Psicoarte associa-se à Homenagem que a Sociedade Portuguesa de Escritores e Artistas Médicos lhe vai prestar, em Dezembro próximo.
10 fevereiro 2018
Jose Matos Guita (1937-2018)
22 dezembro 2017
Salão Sócios . Sociedade Nacional Belas Artes. 2017
Maria José ESCOLÁSTICO- S/Título. Acrílico S/Tela
MACAU-UMEAL. Exposição Colectiva Fundação Rui Cunha7Nov.2017
O XI Congresso UMEAL ( União dos Médicos Escritores e Artistas Lusófonos) teve lugar em Macau, com o tema "Medicina e Criatividade", de 31 Outubro a 4 Novembro 2017. Teve uma excelente organização do Dr. Shee Vá. Entre múltiplas actividades, conferências, comunicações e eventos, a Fundação Rui Cunha cedeu o seu espaço de Galeria de Arte. Aqui expuseram Pintura: Júlio Pêgo e Maria José Escolástico e Tapeçaria: Maria José Leal.
17 novembro 2017
Aquila Operandi integra a Colecção de pintura da Fundação Rui Cunha, Macau
No XI Congresso UMEAL (União dos Médicos Escritores e Artistas Lusófonos) realizado em Macau de 31 Outubro a 4 Novembro 2017, coordenado pelo Dr. Shee Vá, participamos numa exposição colectiva na Galeria de Arte da Fundação Rui Cunha. Entre outros, participaram Maria José Leal(tapeçaria) e Maria José Escolástico (pintura). Esta obra foi selecionada para integrar o acervo de Artes Plásticas da Fundação Rui Cunha.
17 abril 2017
Luisa Gonçalves-Herrar é Umano
A obra literária reflete vivências e prática psiquiátrica de mais de 20 anos com reclusos, em histórias reais e ficcionadas pela autora, de fino recorte literário e sensibilidade.
Psicoarte felicita a autora por esta obra de grande maturidade e humanismo.
03 abril 2017
Teresa Oliveira- Retrospectiva/Pintura.4 Abril.ACMP
Aqui fica o Convite .
Av. Elias Garcia, 123, 1º Lisboa
16 novembro 2016
S/Título.Óleo S/Tela. 55x46.
A pintura percorre caminhos e veredas, nas esquinas da vida, no espaço geográfico do tempo e do espaço, nos labirintos do pensamento e fantasia sulcando e desbravando emoções à revelia da razão. A dicotomia clássica do "gosto e não gosto" está inserida no cartesianismo do corpo e da mente, da razão e emoção, do compreender e não compreender, do bonito e do feio, na atracção e repulsa à luz da lupa do conhecimento adquirido. Amadeo de Souza-Cardoso foi considerado pela crítica da época, como um louco, quando se atreveu a mostrar os seus trabalhos numa galeria de arte na cidade do Porto. O mesmo já se tinha verificado no século XIX, quando os impressionistas foram recusados no Salão de Arte de Paris. Parece que a criatividade da arte vai à frente dos cânones vigentes, da cartilha do gosto oficial, do academismo encerrado e prisioneiro de si próprio.
Será na abertura, pesquisa, ousadia, irreverência, remar contra a maré, que devemos encontrar o cimento no trilhar do homem em construção permanente.
Julio Pêgo













