16 setembro 2019

Luiz Miguel Nogueira Roza Dias 1.1.1931-30.8.2019. In Memoriam

O Dr. Luiz Roza Dias foi um distinto médico cirurgião vascular, escritor, poeta e pintor que faleceu em 30 de Agosto de 2019. Pessoa de bom trato, comunicativo e afável era sobrinho-neto de Fernando Pessoa, dedicando-lhe palestras e conferências " O meu tio Fernando Pessoa", onde revelava aspectos intimistas, familiares e factos biográficos inéditos da sua vida. Dotado de fino sentido de argúcia e humor, referia que à custa da celebridade do seu tio: "brasileiros de passagem por Lisboa  batiam à porta e  pediam autógrafos como se eu fosse nossa senhora"... Era sócio da Sociedade de Escritores e Artistas Médicos (SOPEAM) e gentilmente acolheu-nos na sua casa em Castelo Rodrigo integrada num Encontro Cultural SOPEAM. Sem vaidades e com humor, como cirurgião vascular, intitulava-se a si próprio "canalizador"... Com espírito científico e pragmático, há anos, quando esteve doente, delineou e programou os passos de cirurgia ao intestino, a que foi sujeito, pelo colega cirurgião que escolheu. Amigo e colega de longa data, confidenciou a Psicoarte muitas destas vivências pessoais.
Não escondia dos seus amigos a  condição de maçom. Foi retratado em pintura com paramentos dos Altos Graus REAA, que só agora é revelado por ter passado ao "Oriente Eterno".
Até sempre querido amigo e colega.

25 dezembro 2018

Amadeo Souza-Cardozo : Homenagem da SOPEAM (15-12-2018).


No passado dia 15 de Dezembro 2018, o Prof. Doutor Jorge Custódio descerrou este retrato de Amadeo Souza-Cardoso, na Ordem dos Médicos, da autoria de Júlio Pêgo. Integrou a sessão de homenagem a Amadeo, no 100º aniversário da sua morte em 1918, vítima da gripe pneumónica. Esta sessão foi promovida pela Sociedade Portuguesa de Escritores e Artistas Médicos (SOPEAM). O seu presidente António Trabulo evocou a tragédia da peumónica que ceifou as vidas a cerca de 75.000 portugueses e mais de 30 milhões em todo o mundo, numa conferência esclarecedora e muito apreciada pela assistência. Na mesma sessão, depois da inauguração da exposição do retrato de Amadeo, Júlio Pêgo proferiu a conferência. " O Rosto, a Máscara e o Retrato em Amadeo de Souza-Cardoso".

07 dezembro 2018

O Rosto, Máscara e o Retrato em Amadeo Souza-Cardoso (Homenagem da SOPEAM)



No próximo dia 15 de Dezembro 2018, a Sociedade Portuguesa de Escritores e Artistas Médicos (SOPEAM) vai prestar homenagem a Amadeo Souza-Cardoso no 100º aniversário da sua morte. A sessão será às 10.30 na Biblioteca da Ordem dos Médicos em Lisboa (entrada livre). Júlio Pêgo será o prelector. A comunicação terá como objecto a importância das máscaras primitivas africanas e da oceania, na obra do pintor Amadeo, bem como em Picasso e outros artistas do Modernismo mundial.

Aqui fica o Convite.

29 outubro 2018

Amadeo Souza-Cardoso. 100º Aniversário. Evocação e Homenagem


No dia 25 de há dias fez 100 anos que Amadeo Souza-Cardoso faleceu, em Espinho, vítima da "Gripe Pneumónica" de 1918, aos 30 anos de idade. Portugal teve mais de 75.000 mortes, valores estastísticos inferiores ao sucedido pela Europa que sofreu a perda de um quinto da sua população.

Souza-Cardoso foi um artista inovador, criativo, que ao contrário do habitual, sintonizou-se com o Movimento de Arte Moderna, futurista, cubista, expressionista e abstracionista, na capital da artes plásticas que foi Paris.

Em Portugal, da crítica e da população, foi hostilizado, considerado "um louco", tendo sido agredido fisicamente, no Porto, após a 1ªExposição Individual de uma centena de trabalhos seus no Salão de Festas do Jardim Passos Manuel, em 1916, apenas dois anos antes da sua morte. Convicto do seu valor e originalidade, manteve-se activo e resiliente, ciente da sua capacidade  criativa. Esteve 40 anos esquecido em Portugal, apenas tendo o reconhecimento em vida, de Santa-Rita, Fernando Pessoa, Almada, Eduardo Viana, entre poucos mas lúcidos intelectuais de primeira grandeza.

 Cem anos após a sua morte, quer os Média e o Ministério da Cultura não evocaram devidamente a efeméride, quase "esquecido" mas está bem vivo na Cultura Universal e na História do Génio Humano.

Psicoarte e a Sociedade Portuguesa de Escritores e Artistas Médicos deixam aqui a sua Homenagem.

Júlio Pêgo ( Médico e Artista Plástico, Vice-Presidente da SOPEAM)

12 outubro 2018

100º Aniversário do Falecimento de Amadeo de Souza-Cardozo


Amadeo de Souza-Cardoso (1887-1918), foi um notável pintor português, "à-frente-do seu-tempo" em Portugal. Foi a expensas próprias da família para Paris onde contactou e fez amizades com os maiores pintores e escultores da época ( Modigliani, Marinetti, Boccioni, Picasso, Delaunay, Archipenko, Brancusi, Picabia, juan Gris, Rivera, entre muitos). Em Paris, reuniu-se com os portugueses Manuel Benres, Emmérico Nunes, Eduardo Viana, Francisco Smith. Em 1909 foi discípulo de Anglada Camarasa.
 Foi um artista de grande originalidade, arrojado, persistente que rompeu com os "cânones" do naturalismo arreigado dos portugueses.
Percorreu o impressionismo, expressionismo, o cubismo, o futurismo e o abstraccionismo, sem nunca se assumir numa só Escola.
Incompreendido no seu tempo, em Portugal, onde inclusivé foi agredido fìsicamente, deixa uma marca de modernidade que muitos anos depois é que foi reconhecida entre nós.

Faz  cem anos que faleceu, por gripe pneumónica, que avassalou toda a Europa, com mais de 20 milhões de mortes, aos 30 anos de idade,em 25 de Outubro de 1918, em Espinho.

Psicoarte associa-se à Homenagem que a Sociedade Portuguesa de Escritores e Artistas Médicos lhe vai prestar, em Dezembro próximo.

10 fevereiro 2018

Jose Matos Guita (1937-2018)


O Professor José Rodrigues Matos Guita faleceu dia 5 de Fevereiro 2018. Era natural de Faro (1937), tendo-se radicado em Lisboa desde o início da sua vida universitária. Personalidade de elevada craveira intelectual, era Licenciado em Ciências Histórico-Filosóficas pela Faculdade de Letras de Lisboa. Foi professor no Liceu Sá da Bandeira em Santarém e no Liceu Passos Manuel em Lisboa. No Instituto Superior de Línguas e Administração, equiparado a doutorado, leccionou durante 20 anos, a Cadeira de História Contemporânea. Convidado para professor do Colégio Militar em Lisboa, desempenhou    vários cargos de 1968 a 1998. Publicou várias obras literárias: "Voando sobre um transplante" (2004), "Uma Família Algarvia" (2005), "Vida e Morte de um Algarvio Africanista" (2008), "O velho e a Helena Romena" (2008) e " A Face Oculta do Casal" (2010). Dotado de uma boa capacidade oratória, tinha grandes qualidades pedagógicas e participava regularmente em tertúlias literárias, nomeadamente na Sociedade Portuguesa de Escritores e Artistas Médicos (SOPEAM) e no ACMP. Era polemista, dotado de um espírito crítico, irreverente e inconformista, dizia de si próprio que "era um individualista", não se enquadrando em qualquer organização política ou religiosa, embora partilhasse os ideais de esquerda, do socialismo democrático. Era um melómeno, particularmente amante da chamada música erudita. Chegou a realizar um pequeno filme/vídeo  com banda musical exclusivamente clássica. A sua cultura era vasta, desde as humanidades às ciências. Era profundamente urbano, citadino, não apreciava a vida campestre. Era extremamente racionalista, pouco dado à emoção estética, pouco sensível às artes plásticas contemporâneas embora apreciador do período renascentista e clássico. Deixa um vazio crítico social, um olhar necessário e crítico de que tanto necessitamos, face à vertigem  do nosso tempo consumista e sem espaço para a reflexão. Até sempre amigo Professor Zé Guita.

Júlio Pêgo ( 8 de Fevereiro de 2018)

22 dezembro 2017

Salão Sócios . Sociedade Nacional Belas Artes. 2017


                                                                                  Poeta Rui Cóias

Julio Pêgo-S/Título-Ferro,Inx e acrílico




                                        Maria José ESCOLÁSTICO- S/Título. Acrílico S/Tela



Paula Rito- "Ventos, Sombras". Acrílico e papel S/Tela






Rosário Mateus- "A dama e o Unicórnio". Acrílico S/Tela



SALÃO CONVÍVIO dos ARTISTAS SÓCIOS/ 2017 ,de 15 Dezembro 2017 a 6 de Janeiro 2018.
SNBA- Rua Barata Salgueiro-LISBOA



















MACAU-UMEAL. Exposição Colectiva Fundação Rui Cunha7Nov.2017











O XI Congresso UMEAL ( União dos Médicos Escritores e Artistas Lusófonos) teve lugar em Macau, com o tema "Medicina e Criatividade", de 31 Outubro a 4 Novembro 2017. Teve uma excelente organização do Dr. Shee Vá. Entre múltiplas actividades, conferências, comunicações e eventos, a Fundação Rui Cunha cedeu o seu espaço de Galeria de Arte. Aqui expuseram Pintura: Júlio Pêgo e Maria José Escolástico e Tapeçaria: Maria José Leal.

17 novembro 2017

Aquila Operandi integra a Colecção de pintura da Fundação Rui Cunha, Macau

Aquila Operandi - Óleo s/tela-40x30-2017

No  XI Congresso UMEAL (União dos Médicos Escritores e Artistas Lusófonos) realizado em Macau de 31 Outubro a 4 Novembro 2017, coordenado pelo Dr. Shee Vá, participamos numa exposição colectiva na Galeria de Arte da Fundação Rui Cunha. Entre outros, participaram Maria José Leal(tapeçaria) e Maria José Escolástico (pintura). Esta obra foi selecionada para integrar o acervo de Artes Plásticas da Fundação Rui Cunha.

17 abril 2017

Luisa Gonçalves-Herrar é Umano


 
A médica psiquiatra e escritora Luisa Gonçalves lançou o seu último livro, "Herrar é Umano", no dia 6 de Abril 2017, na Livraria Bulhosa, em Lisboa. O livro foi apresentado pela psicóloga Isabel Leal, perante uma plateia atenta de amigos, admiradores e público que esgotaram o espaço disponível da prestigiada livraria.
A obra literária reflete vivências e prática psiquiátrica de mais de 20 anos com reclusos, em histórias reais e ficcionadas pela autora, de fino recorte literário e sensibilidade.
Psicoarte felicita a autora por esta obra de grande maturidade e humanismo.

03 abril 2017

Teresa Oliveira- Retrospectiva/Pintura.4 Abril.ACMP

A nossa sócia e ilustre pintora e escritora Teresa Oliveira  vai inaugurar uma mostra da sua pintura: RETROSPECTIVA, amanhã, dia 4 de Abril 2017, às 19 H. na Galeria de Arte do ACMP.
Aqui fica o Convite .
Av. Elias Garcia, 123, 1º Lisboa

16 novembro 2016

S/Título.Óleo S/Tela. 55x46.


A pintura percorre caminhos e veredas, nas esquinas da vida, no espaço geográfico do tempo e do espaço, nos labirintos do pensamento e fantasia sulcando e desbravando emoções à revelia da razão. A dicotomia clássica do "gosto e não gosto" está inserida no cartesianismo do corpo e da mente, da razão e emoção, do compreender e não compreender, do bonito e do feio, na atracção e repulsa à luz da lupa do conhecimento adquirido. Amadeo de Souza-Cardoso foi considerado pela crítica da época, como um louco,  quando se atreveu a mostrar os seus trabalhos numa galeria de arte na cidade do Porto. O mesmo já se tinha verificado no século XIX, quando os impressionistas foram recusados no Salão de Arte de Paris. Parece que a criatividade da arte vai à frente dos cânones vigentes, da cartilha do gosto oficial, do academismo encerrado e prisioneiro de si próprio.
Será na abertura, pesquisa, ousadia, irreverência, remar contra a maré, que devemos encontrar o cimento no trilhar do homem em construção permanente.
Julio Pêgo

14 novembro 2016

Teresa de Oliveira-lança livro ilustrado por Catarina Redol, no ACMP.

Maria Teresa de Oliveira, artista plástica, pedopsiquiatra e escritora, vai lançar o seu último livro" O abeto e outras histórias recortadas", no Auto-Club Médico Português, Av. Elias Garcia 123, Lisboa, no dia 17 de Novembro 2016, às 19 horas.
Teresa de Oliveira dedica o livro aos seus pais, engenheiros silvicultores, que tinham uma casa onde também morava ao lado, um abeto. Teresa recorda precisamente essa memória da sua infância e delicia-nos com uma bela história, chamando a atenção para a importância da árvore, a vida, o amor e o respeito pela natureza.
A apresentação do livro será pelo seu amigo e colega Júlio Pêgo.
Aqui fica o CONVITE.

22 julho 2016

Antonio Inverno/Pintura. Evocação da obra e do artista.



Por gentileza do seu grande amigo e coleccionador Dr. Anibal Bento, psicoarte reproduz duas obras de António Inverno, do seu acervo particular.
Para além de Mestre de Serigrafia, António Inverno foi um pintor com uma paleta de cores vibrantes e luminosas, dos azuis, ocres aos vermelhos, que se reflectiram nas séries de tauromaquia, na utilização simbólica na geometria do quadrado, do círculo, do prumo e do nível. De certo modo interpretou e retratou o seu Alentejo, nas suas múltiplas contradições terrenas e celestiais, apropriando-se de uma linguagem esotérica, espiritual, entre o sagrado e o profano. Conviver com António Inverno foi um privilégio e um exercício constante do contraditório, do questionar, do confrontar ideias na frontalidade que lhe era característica. Com António Inverno, ou se amava ou detestava!
Até sempre querido amigo António Inverno.
Júlio Pêgo

21 julho 2016

Antonio Inverno (1944-2016)

António Inverno foi um Pintor e um Mestre de Serigrafia. Nasceu em Monsaraz e faleceu hoje em Lisboa. Serígrafo de renome, trabalhou para Pomar, Paula Rego, Vieira da Silva,Maluda, entre muitos outros artistas. O seu Atelier, na Rua da Emenda, em Lisboa, foi um local de culto entre os artistas, tendo ajudado e incentivado vários pintores de Portugal até Moçambique. Foi amigo próximo do 2º Presidente da República da Guiné-Bissau, Luis Cabral. Na Homenagem Informal a António Inverno, em Aljezur, em 2008,Luís Cabral prestou-lhe homenagem, entre as várias centenas de admiradores e amigos que aí reuniu, com organização da Câmara Municipal de Aljezur e com o alto Patrocínio do Presidente da República. Mário Soares atribuiu-lhe a condecoração da Ordem D.Henrique, no seu mandato, pelos altos serviços culturais prestados a Portugal.
No Zero Figura, exposição em sua honra em 2008, em Aljezur, figuram mais de um centena de quadros, em sua homenagem, bem como diversos textos. Júlio Pêgo participou com um quadro :"e venham mais cinco" com técnica de acrílico s/Tela e com um texto ...." António Inverno luta contra o masoquismo mental dos moralistas, assume os contrastes do prazer e do vício, na percepção, fraternidade e ajuda aos mais necessitados, num jogo lúdico terapêutico anti-soldão"... "Em António Inverno não se encontra uma felicidade tranquila, o conformismo e o politicamento correcto. Há nele sempre uma acção de desafio, de busca e irreverência, do amar ou detestar"
Piscoarte deixa aqui expresso o mais profundo pesar pela sua morte física de António Inverno, na certeza que a sua obra vai perdurar na memória de um povo do qual  emanou.

10 maio 2016

Fernando Namora- Casa Museu Condeixa



No dia 15 Abril 2016, assinalando o 97º aniversário  Fernando Namora, a Câmara Municipal de Condeixa em colaboração com  Sociedade Portuguesa de Escritores e Artistas Médicos (de quem Namora foi cofundador), foi inaugurado na Casa-Museu Fernando Namora, um retrato a óleo, pela sua filha Arminda Namora, com a presença da Vice-Presidente da C.M. Condeixa Liliana Pimentel, da autoria de Júlio Pêgo.
O pintor fez uma breve alocução sobre a faceta artística do escritor, pintor de raiz neo-realista que também nos deixou uma obra de valor, ainda não devidamente conhecida. Para além de médico, escritor e pintor, Fernando Namora foi um intelectual de renome nacional e internacional, traduzido em várias línguas, que privou com Jorge Amado e que esteve nos bastidores para o prémio Nobel da Literatura.

25 dezembro 2015

escultura e a pintura


 
A escultura e a pintura andam de mãos dadas, às vezes..., A primeira, prefere habitar o espaço exterior e a segunda, anicha-se, aconchega-se no espaço interior da casa, ao abrigo do sol. Espreita pela janela a amiga escultura, acena-lhe com as suas cores, insinua-se, seduz e por vezes convida-a, franqueia-lhe a porta. Só põe uma condição: que seja pequena, maneira, que não roce o tecto da sala de estar. Dentro de casa podem habitar e conviver com o primo desenho, seja a carvão, grafite ou pastel. Uma tripla fraternidade narcísica, onde estendem a mão também à cerâmica, em terracota ou vidrada. Regeitam serem utilizadas para a decoração, com o "dar com os cortinados ou os sofás". Gostam de ser apreciadas na sua individualidade e olham, com desdém o "novo riquismo", os que as querem só para "mostrar estatuto social". Como vivem com a angústia de terem que andar de casa em casa, devido à compra e venda do mercado, invejam aquelas que habitam o museu, onde são mais apreciadas e respeitadas na perspectiva da imortalidade.
 
Uma nota breve: Independente da querelice eleitoral, de quem ganhou ou perdeu, mostram satisfação com a restauração do Ministério da Cultura...

10 dezembro 2015

Mario Viegas no Museu Nacional do Teatro

 
O BAR-4, grupo cultural de Santarém, fundado por 16 membros de jovens estudantes em 1964, um dos quais o Actor Mário Viegas, decidiu ao fim de 51 anos de se juntar e comemorar esse tempo de juventude, com uma oferta de um retrato artístico do ilustre e notável Actor Mário Viegas, ao Museu Nacional do Teatro, no dia 9 de Dezembro de 2015. Foi feita uma cerimónia discreta no Gabinete do Director, Dr. José Carlos Alvarez, que nos recebeu com muita gentileza. O  Professor Doutor Virgolino Jorge, investigador internacional de Arqueologia Hidráulica da Idade Média, também apadrinhou o acto.
 
Membros do BAR-4: Mário Viegas, Jorge Custódio, Mário Canova Moutinho, José Ermitão, Riquito Soares, Leontina Varino, Miguel Calado, Victor Pratas Leal, João Manuel Santos Pereira, Carlos Palmeiro, José Colaço Barreiros, Julio Pêgo, Manuel Pires, Maria Conceição Passos Costa, Palmeiro de Castro e Hélia Viegas.
 
 
 
O Director do Museu do Teatro, Dr.José Carlos Alvarez, com Júlio Pêgo e Jorge Custódio.
 

Drª Hélia Viegas (irmã do Actor Mário Viegas) com o Prof. Dr. Virgolino Jorge.
Jorge Custódio, em nome do BAR-4 entregando ao Director do Museu o documento de oferta, na presença do autor Júlio Pêgo e da Hélia Viegas.

Hélia Viegas e Jorge Custódio no momento da assinatura.


 
 

21 julho 2015

Escultura em ferro e acrílico/ Sem título.2014


A escultura encerra e materializa memórias de um tempo de crescimento. Esta escultura em ferro e acrílico, 230x26x24, ano de 2014, pertence a uma série de onze obras, com os mesmos materiais, que certamente vão acrescentar vida aos jardins da nossa infância.
( Julio Pego - Atelier: Casal do Lago - Cartaxo.Portugal)